Como todos sabem, a obesidade trata-se de uma doença crônica não transmissível, isto é, não tem como agente causador vírus, bactérias, fungos ou protozoários, mas sim os hábitos alimentares e estilo de vida adotados por nós. E é aqui onde se encontra o nosso maior problema, uma vez que cada qual quer seguir um estilo de vida tão luxuoso quanto o do nosso vizinho.
O homem é um ser social, ou seja, um ser que busca sempre a aceitação do grupo em que deseja estar inserido, e é aí onde vive o problema, pois uma vez que muitos jovens vivem em fast foods e em outros lugares rodeados por comidas não tão saudáveis, acabam por atrair mais e mais jovens a fazer o mesmo. "É um estilo de vida jovem", alguns dizem. Em minha opinião, "é um estilo de vida bomba-relógio", uma vez que a obesidade pode levar ou agravar inúmeros outros problemas de saúde, como hipertensão arterial e diabetes.
E o mais estranho é talvez o grupo de ações que alguns vêm tomando para "resolver" o problema. Alguns até já discutiram a possibilidade de não mais chamar tal problema de "obesidade" no caso de crianças para não frustrá-las. Chamar ou não uma criança de obesa não muda a condição de seu peso, é "tapar o sol com a peneira", como se diz por aí.
Mas enfim, enquanto muitos ficam por aí, discutindo se devemos chamar de "Chico" ou "Francisco", a melhor solução continua sendo a prevenção:
- Tenha uma alimentação saudável, moderando na quantidade de guloseimas, eliminando frituras e adicionando frutas, verduras e legumes bem como outros alimentos ricos em fibras alimentares;
- Pratique exercícios físicos, não importa se em uma academia ou caminhando em seu bairro, o que importa é que você não pode deixar o sedentarismo vencê-lo;
- Consulte um nutricionista caso perceba que sozinho não consegue controlar o seu peso. A consulta deve ser feita tão rápida quanto possível!
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